Na Expointer, o governo do Rio Grande do Sul, por meio das secretarias do Meio Ambiente e da Agricultura, lançou o Certificado de Cadastro da Atividade de Silvicultura (CCAS), que substitui o licenciamento ambiental para a silvicultura. O novo mecanismo visa desburocratizar o processo e beneficiar os produtores rurais que desejam investir no setor florestal.
A iniciativa, que contou com a colaboração do Sistema FIERGS, foi celebrada por Leonardo De Zorzi, coordenador do Comitê da Indústria de Base Florestal e Moveleira. Ele destacou que a assinatura é um marco histórico que traz mais segurança jurídica aos produtores. Daniel Chies, vice-coordenador do comitê, também enfatizou a importância da medida e a necessidade de continuar o trabalho para agilizar processos.
Marcelo Camardelli, secretário adjunto do Meio Ambiente e Infraestrutura, afirmou que a nova instrução normativa está alinhada à legislação federal e vai facilitar a integração entre as secretarias. Gabriel Ritter, diretor técnico da Fepam, explicou que a emissão do CCAS será simplificada, garantindo segurança jurídica aos produtores sem custos adicionais.
Ricardo Felicetti, diretor do Departamento de Defesa Vegetal da Secretaria da Agricultura, ressaltou que a medida é um avanço tanto para o setor primário quanto para a indústria, promovendo a diversificação da silvicultura. O secretário da Agricultura, Márcio Madalena, destacou que o trabalho de regularização é contínuo e visa proporcionar um ambiente favorável para os produtores.
O primeiro CCAS foi emitido ao diretor-geral de celulose da CMPC, Antônio Lacerda, e o governo também anunciou uma consulta pública sobre as áreas de campos de altitude na região dos Campos de Cima da Serra.