Um projeto de lei que tramita na Câmara Municipal de Porto Alegre propõe garantir às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) o direito de ter até dois acompanhantes nas unidades de saúde da rede pública municipal.
A proposta, apresentada pelo vereador Roberto Robaina (PSOL), também sugere que esse direito possa ser estendido a indivíduos com outras deficiências ou condições clínicas específicas.
Robaina explica que a presença de dois acompanhantes é benéfica, pois permite que um deles se concentre no suporte emocional ao paciente, enquanto o outro interage com a equipe de saúde, fornece informações sobre o paciente e acompanha os procedimentos administrativos.
O vereador ressalta que essa divisão de funções pode melhorar a comunicação entre familiares e profissionais de saúde, reduzir o estresse e aumentar a eficiência no atendimento.