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quarta-feira, 26 de agosto de 2026
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Três Coroas capacita equipe para avaliar implantação do Serviço de Família Acolhedora

Três Coroas capacita equipe para avaliar implantação do Serviço de Família Acolhedora
Três Coroas capacita equipe para avaliar implantação do Serviço de Família Acolhedora
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Quatro profissionais da Secretaria de Assistência Social de Três Coroas participaram, na segunda-feira (24), do Seminário sobre o Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora, realizado em Santa Maria. A modalidade é prevista como prioritária em relação ao acolhimento institucional, conforme estabelece o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

O encontro contou com a participação de especialistas e autoridades da área, entre eles Neusa Cerutti, referência nacional no Serviço de Família Acolhedora, e o juiz-corregedor e coordenador da Coordenadoria da Infância e Juventude do Estado do Rio Grande do Sul, Dr. Charles Maciel Bittencourt.

A participação dos profissionais integra o processo de estudo e capacitação que vem sendo realizado pela Secretaria de Assistência Social de Três Coroas com o objetivo de conhecer melhor o serviço e avaliar sua possível implantação no município. Atualmente, o trabalho está em andamento e ainda não há previsão para a implantação.

O Serviço de Família Acolhedora oferece uma alternativa ao acolhimento institucional, possibilitando que crianças e adolescentes afastados temporariamente de suas famílias de origem sejam acolhidos por famílias previamente selecionadas, capacitadas e acompanhadas por uma equipe técnica.

Segundo a secretária de Assistência Social, Joci Mara Rodrigues Colombo, o conhecimento adquirido é importante para que o município possa avaliar a proposta de forma responsável. “Estamos conhecendo experiências e capacitando nossa equipe para compreender todos os aspectos envolvidos no Serviço de Família Acolhedora. É um trabalho que ainda está em construção e que precisa ser cuidadosamente estudado, sempre tendo como prioridade a proteção, o desenvolvimento e o direito à convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes”, afirma Joci.

Atualmente, o acolhimento de crianças e adolescentes que precisam ser afastados temporariamente de suas famílias ocorre em instituições. A possibilidade de contar também com famílias acolhedoras amplia as alternativas disponíveis para esses casos, oferecendo um ambiente familiar durante o período de acolhimento, enquanto são trabalhadas as condições para o retorno à família de origem ou, quando necessário, para outra medida de proteção.

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