PELOTAS
sábado, 24 de outubro de 2026
PELOTAS
Postado emPelotas

Reformas emergenciais em três escolas de Pelotas começam após tempestade

Reformas emergenciais em três escolas de Pelotas começam após tempestade
Reformas emergenciais em três escolas de Pelotas começam após tempestade
Publicidade

A Prefeitura, por meio das secretarias de Urbanismo (Seurb) e Educação (SME), vai promover reformas emergenciais em três escolas da rede municipal de ensino duramente atingidas pela tempestade severa da madrugada do dia 21 de setembro.

Juntos, o Colégio Municipal Pelotense e as escolas municipais de ensino fundamental (Emefs) Ferreira Viana, na Balsa, e Balbino Mascarenhas, no Simões Lopes, demandam mais de R$ 3,7 milhões em recursos para recuperação das coberturas e demais reparos decorrentes de destelhamentos e infiltrações, como nas instalações elétricas, forros, revestimentos, além de serviços de pintura e demais acabamentos necessários ao pleno restabelecimento do ambiente escolar. A previsão é de que as obras comecem durante o próximo recesso e levem entre quatro a seis meses para conclusão.

Nas três instituições de ensino, o vendaval que acompanhou a tempestade da madrugada do dia 21 de setembro provocou deslocamento e rompimento de telhas, além de infiltrações de água da chuva, atingindo diferentes ambientes internos das edificações. Apesar dos danos, nenhuma das três escolas teve o ano letivo suspenso. No Colégio Municipal Pelotense, os ambientes atingidos com maior intensidade foram isolados ou tiveram as atividades remanejadas no interior da própria escola, permitindo a continuidade dos trabalhos escolares. Nas Emefs Ferreira Viana e Balbino Mascarenhas a manutenção provisória foi realizada por equipe da SME ou via contratação de prestador de serviços para que não houvesse interrupção das aulas.

Os projetos de recuperação, segundo o secretário de Urbanismo, arquiteto Otávio Peres, contemplam a reconstrução e substituição das coberturas danificadas, incluindo os reparos necessários nas estruturas de sustentação, a recomposição dos sistemas de calhas, rufos e escoamento das águas pluviais. “As intervenções foram dimensionadas a partir de levantamentos e laudos técnicos realizados após o evento, e foram considerados tanto os danos diretos provocados pelo vendaval quanto os prejuízos decorrentes da entrada de água nas edificações”, afirma o secretário.

O Colégio Municipal Pelotense, maior estabelecimento de ensino da rede municipal, que abriga alunos da pré-escola ao Ensino Médio, concentra a intervenção de maior porte, com orçamento estimado de R$ 2,4 milhões. Na Ferreira Viana e no Balbino Mascarenhas, os projetos também contemplam a substituição e recuperação das coberturas, especialmente dos sistemas de telhas termoacústicas e a recomposição dos elementos construtivos danificados. O orçamento previsto para cada unidade é de, respectivamente, R$ 715 mil e R$ 460 mil.

Compartilhar: WhatsApp Facebook X LinkedIn
📬
Fique por dentro de Rio Grande do Sul Receba as principais notícias no seu e-mail, gratuitamente.


    ← Anterior Prefeitura de Pelotas aumenta subsídio para o Carnaval 2027 em 23% Próxima → Oficina de psicodrama em Pelotas foca na saúde mental de educadores