sexta-feira, 16 de outubro de 2026
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Brasileiras são reconhecidas como heroínas do desenvolvimento agroalimentar pela ONU

Brasileiras são reconhecidas como heroínas do desenvolvimento agroalimentar pela ONU
Brasileiras são reconhecidas como heroínas do desenvolvimento agroalimentar pela ONU
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As pescadoras artesanais Joana Mousinho e Luena Pataxó foram homenageadas pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) como parte da iniciativa global 100 Mulheres Heroínas da FAO nos Sistemas Agroalimentares e no Desenvolvimento Rural. A cerimônia ocorreu na sede da FAO em Roma, durante o Fórum Mundial da Alimentação.

Indicadas pelo Ministério das Mulheres, as duas líderes rurais foram escolhidas entre mais de 600 indicações de 131 países, destacando suas contribuições para a segurança alimentar, inclusão social e sustentabilidade ambiental. Joana, de 70 anos, é uma pioneira da pesca artesanal em Pernambuco, enquanto Luena, de 44 anos, é uma liderança indígena da etnia Pataxó na Bahia.

O reconhecimento é um reflexo do compromisso do Brasil em fortalecer a participação das mulheres nos sistemas agroalimentares. Jorge Meza, representante da FAO no Brasil, enfatizou a importância das mulheres na construção de sistemas sustentáveis e na segurança alimentar.

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, ressaltou que esse reconhecimento dá visibilidade ao trabalho das mulheres na pesca artesanal, que desempenham um papel crucial na alimentação das comunidades e na preservação de conhecimentos tradicionais.

Joana Mousinho, com uma trajetória de mais de seis décadas na pesca artesanal, e Luena Pataxó, que lidera iniciativas para a valorização da cultura indígena e fortalecimento econômico de sua comunidade, exemplificam a importância do empoderamento feminino no campo.

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